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Governo do DF apresenta novo projeto para tentar socorrer o BRB, investigado no caso Master

Caso Master: presidente interino da CVM defende atuação da comissão O governo do Distrito Federal apresentou nesta terça-feira (24) um novo projeto para ten...

Governo do DF apresenta novo projeto para tentar socorrer o BRB, investigado no caso Master
Governo do DF apresenta novo projeto para tentar socorrer o BRB, investigado no caso Master (Foto: Reprodução)

Caso Master: presidente interino da CVM defende atuação da comissão O governo do Distrito Federal apresentou nesta terça-feira (24) um novo projeto para tentar socorrer o Banco de Brasília, investigado no caso Master. O novo projeto foi encaminhado à Câmara Legislativa do Distrito Federal e substitui o texto enviado semana passada. Entre as medidas para socorrer o Banco de Brasília, o governo do Distrito Federal incluiu a possibilidade de um empréstimo de R$ 6,6 bilhões - com instituições financeiras ou com o Fundo Garantidor de Créditos – e reduziu de 12 para nove o número de imóveis públicos que podem ser usados como garantia no empréstimo ou transferidos diretamente para o Banco de Brasília. Retirou da lista, por exemplo, áreas verdes de um parque. O BRB é investigado pela compra de mais de R$ 12 bilhões de carteiras do Banco Master com indícios de fraude. A estimativa é que o prejuízo do Banco de Brasília seja de, pelo menos, R$ 5 bilhões. Mas o valo real do impacto só vai ser conhecido em março, quando termina o prazo para a publicação do balanço. Agentes do mercado financeiro esperam que o BRB apresente, junto com esse balanço, soluções concretas para a capitalização, como forma de manter uma imagem de solidez. Governo do DF apresenta novo projeto para tentar socorrer o BRB, investigado no caso Master Jornal Nacional/ Reprodução No Senado, a Comissão de Assuntos Econômicos ouviu nesta terça-feira (24) o presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários – entidade que fiscaliza fundos de investimentos. João Accioly afirmou que o Master realizava uma ficção contábil e defendeu a atuação da CVM. Segundo ele, as comunicações da comissão sobre indícios de irregularidades em operações do Master ou da gestora Reag começaram em 2017: "Em 2017 tem um comunicado ao MPF. Em 2020 tem comunicado ao MPF, ao Banco Central, à Susep. Em 2021, tem comunicado ao MPF e ao Banco Central, dois para cada um. Em 2022, tem comunicados para o MPF, para a Receita Federal, para o Banco Central, para a Susep. Em 2025, tem comunicados para o MPF, para a Receita e para o Banco Central. Enfim, aí tem lá... Vem a liquidação do Master", diz João Carlos Accioly, presidente interino da CVM. A CVM divulgou que tem cinco inquéritos em andamento sobre o caso. LEIA TAMBÉM Governo do DF quer usar imóveis públicos como garantia de empréstimos para salvar o BRB, investigado no caso Master Fachin arquiva relatório da PF que apontava suspeição de Toffoli no caso Master